Este não é mais um sítio de religião, como tantos que por aì proliferam. Infelizmente, o mundo religioso está dominado pelo materialismo e pelos interesses de projecção pessoal e financeiro de muitos dos seus líderes. Deturpam a verdade com mentiras e usam a ignorância das pessoas que na sua boa fé neles acreditam, aproveitando-se dos seus bons sentimentos e, quantas vezes, também do seu dinheiro. Não sou devoto de nenhuma religião. Todas as religiões, ainda que possam ter alguns fundamentos de bondade, são conduzidas por homens e para homens, pelo que estão viciadas nos seus caminhos. Eu creio no Senhor Jesus Cristo. A minha "religião" é a Pessoa de Jesus Cristo. A palavra religião significa religar (re+ligare) e, de facto, apenas o Senhor Jesus Cristo re-ligou o que estava separado, isto é, o Homem com Deus (1 Timóteo 2:5,6). É por isso que a minha fé não se baseia nas tradições humanas ou em qualquer religião (seja ela católica, evangélica, ortodoxa ou outra), mas nas Palavras do Senhor Jesus Cristo, tais como se encontram exaradas na Bíblia Sagrada, a única regra de fé espiritual em que faço pautar toda a minha meditação e conduta de vida. (Luz para a Vida)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Profecias Bíblicas sobre o Nascimento, a Obra e o Propósito de Jesus

 Dia 21 ]

Existem enumeras passagens Bíblicas com profecias referentes ao nascimento de Jesus, à Sua obra, ao Seu propósito e como O podemos seguir e o efeito da Sua Obra na nossa vida e no mundo.

Para os que creem e seguem ao SENHOR, a Bíblia contem mensagens que atentam para o verdeiro significado do Natal e que têm um enorme impacto na nossa vida e na nossa eternidade.

Desde o início, Deus prometeu a redenção da humanidade através do Messias, o Seu próprio Filho, que nasceria como um ser humano para nossa redenção e salvação.

Olhemos para as Profecias Bíblicas que nos falam acerca da vinda do Messias:

Genesis 3:15 Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

 

Isaías 7:14 Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel.

Mateus 1:23b (…) que traduzido é: Deus connosco.

 

Isaías 9:2-7

2 O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz.

3Tu multiplicaste este povo, a alegria lhe aumentaste; todos se alegrarão perante ti, como se alegram na ceifa e como exultam quando se repartem os despojos.

4 Porque tu quebraste o jugo da sua carga e o bordão do seu ombro, que é o cetro do seu opressor, como no dia de Midiã.

5 Porque todo calçado daqueles que andavam no tumulto, e toda capa revolvida em sangue serão queimados, servindo de pasto ao fogo.

6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz.

7 Do aumento do seu governo e da paz não haverá fim, sobre o trono de David e no seu reino, para o estabelecer e o fortificar em retidão e em justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos exércitos fará isso.

 

Isaías 53:5,11,12

5 Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

11 Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo justo justificará a muitos, e as iniquidades deles levará sobre si. 

12 Pelo que lhe darei o seu quinhão com os grandes, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma até a morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu.

 

Foi o Senhor que fez isto e é maravilhoso aos nossos olhos. Salmos 118:23 


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domingo, 20 de dezembro de 2020

Razões para celebrar o Natal


Inicio aqui uma série de pequenas meditações acerca de razões ou motivos para celebra-mos o Natal, que se Deus assim o permitir irei compartilhar de 20 a 25 de Dezembro.

 

[ Dia 20 ]

A Bíblia contem passagens que nos inspiram e encorajam a pensar o Natal.

São novas de grande alegria, mas também um chamado à nossa atenção e ação.

Efetivamente temos grandes motivos para celebrar o Natal e a Palavra de Deus atesta isso claramente.

O nascimento de Jesus Cristo confirmou uma nova aliança entre Deus e Seu povo. Foi um novo início que não só garantiu a redenção do pecado para todos aqueles que creem Nele, mas também o caminho de volta para Deus, caminho que tinha sido fechado pela queda da humanidade no pecado.

 

[Evangelho de João 1:1-14]

1 No princípio era a Palavra. A Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus.

2 Aquele que é a Palavra estava no princípio com Deus.

3 Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada foi criado.

4 Nele estava a vida, vida que era a luz dos homens.

5 A luz brilha nas trevas, trevas que a não venceram.

6 Houve um homem enviado por Deus que se chamava João.

7 Ele veio para dar testemunho, para dar testemunho da luz, para que todos cressem por meio dele.

8 João não era a luz, mas foi enviado para dar testemunho da luz.

9 Aquele que é a Palavra era a luz verdadeira; Ele ilumina toda a gente ao vir a este mundo.

10 Ele estava no mundo, mundo que foi feito por ele. O mundo não o conheceu.

11 Ele veio para o seu próprio povo e o seu povo não o recebeu.

12 Mas a todos quantos o receberam, aos que crêem nele, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.

13 Estes não nasceram de laços de sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas nasceram de Deus.

14 A Palavra fez-se homem e veio habitar no meio de nós, e nós contemplámos a sua glória, como glória do Filho único do Pai, cheio de graça e de verdade.



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quinta-feira, 24 de setembro de 2020

LIVROS & AUTORES


“E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; “ (II Timóteo 3:15-16)

A Bíblia e o seu Autor 

Ela devolveu o livro à estante com um suspiro de alívio. Era demasiado enfadonho e desinteressante para o percorrer! Ela não sentia mais gosto em lê-lo; de facto, ele era completamente fastidioso, e ela não sentia prazer em prosseguir.
Na noite seguinte foi diferente – muito diferente. Ela conheceu numa festa um homem com quem engraçou. Ele também pareceu interessado nela, e nas semanas que se seguiram eles viram-se mais vezes, até que ela teve a certeza de que o amava.
 Certa noite ele mencionou algo sobre um livro que ele escrevera, e de alguma maneira o título ecoou nela. Onde é que ela o vira? Aborrecia-a o facto de não conseguir lembrar-se. Contudo, quando ela chegou a casa, de repente fez-se-lhe luz. Tratava-se do livro que ela achara tão maçador. Ela nem sequer tinha reparado no nome do autor.
 Tirando novamente o livro da estante, começou a lê-lo. À medida que ela o lia, página a página, interrogava-se: “Porque é que pensava que este livro era seco? Isto é um verdadeiro livro! Não tinha a menor ideia que ele pudesse escrever – e tão bem!” E assim, avidamente, ela prosseguiu com a leitura pela noite dentro.
 Sim, faz uma enorme diferença se conhecemos o autor – e especialmente se o amamos! Quantos crentes em Cristo há, cujas horas mais preciosas são passadas na leitura e estudo da Bíblia – um Livro que antes, para eles, parecia enfadonho e desinteressante! A razão? Eles conheceram o Autor e amam-no.
 O nosso Senhor disse: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). Mas como é que obtemos a “vida eterna” com a qual este conhecimento está associado? O nosso Senhor disse: “… aquele que crê em Mim tem a vida eterna” (João 6:47). A salvação é, afinal, uma história de amor que deve ser crida, e pela qual conhecemos Aquele que nos amou e a Si mesmo se entregou por nós.

(Fonte: Two Minutes With The Bible)

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domingo, 14 de junho de 2020

O Papel da Mulher na Igreja.



O que nos diz a Bíblia sobre as mulheres no ministério.

A questão das mulheres na liderança ou no pastoreio, é um assunto debatido em algumas denominações da igreja dos nossos dias.

Considero importante que este assunto não seja visto como uma competição entre homens e mulheres.

Há mulheres que creem que as mulheres não devem ter um papel de liderança espiritual na Igreja e que a Bíblia coloca restrições ao ministério das mulheres. Como há homens que creem que as mulheres possam servir na liderança e que não existem restrições quanto à sua atuação no ministério.

Esta não é uma questão de machismo ou discriminação. É uma questão de interpretação bíblica.

A Palavra de Deus declara: 1Timoteo 2:11-12

11 A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição.

12 Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio.

 

Na igreja, Deus designa papéis diferentes para os homens e para as mulheres. E isto é resultado da forma como a humanidade foi criada: 1Timoteo 2:13 Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva.

 

E da forma pela qual o pecado entrou no mundo: 1Timoteo 2:14 E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.

 

Deus, por intermédio do Apóstolo Paulo, restringe as mulheres de exercerem papéis de ensino e/ou autoridade espiritual sobre os homens. Isto impede as mulheres de servirem como lideres ou pastoras, o que definitivamente inclui pregar, ensinar e ter autoridade espiritual sobre os homens.

Uma objeção frequente a esta interpretação sobre mulheres no ministério é em relação a mulheres que ocupavam posições de liderança na Bíblia, principalmente Miriã, Débora e Hulda no Antigo Testamento. Esta objeção falha em perceber que esta que esta situação no Antigo Testamento não é relevante para a questão, visto que livro de 1 Timóteo e as Epístolas Pastorais apresentam um novo paradigma para a igreja - o corpo de Cristo - e esse paradigma envolve a estrutura de autoridade para a igreja, não para a nação de Israel ou de qualquer outra entidade do Antigo Testamento.

Argumentos semelhantes são feitos usando Priscila e Febe no Novo Testamento. Em Atos 18, Priscila e Áquila são apresentados como ministros fiéis de Cristo. O nome de Priscila é mencionado primeiro, talvez indicando que fosse mais "importante" no ministério do que o seu marido. No entanto, Priscila em nenhum lugar é mencionada como participando de uma atividade ministerial que estivesse em contradição com 1 Timóteo 2:11-14. Priscila e Áquila trouxeram Apolo à sua casa e discipularam-no, explicando-lhe a Palavra de Deus com mais precisão (Atos 18:26 Ele começou a falar ousadamente na sinagoga; e, quando o ouviram Priscila e Áqüila, o levaram consigo e lhe declararam mais precisamente o caminho de Deus).

 

Em algumas traduções Romanos 16:1, Febe é considerada uma “diaconisa” em lugar de “serva”, isto não indica que fosse uma “mestra” na igreja. “Apto a ensinar” é dado como uma qualificação aos presbíteros, mas não aos diáconos (I Timóteo 3:1-13; Tito 1:6-9).

Os anciãos/bispos/diáconos são descritos como “maridos de uma só esposa”, “um homem cujos filhos creem” e “homem digno de respeito”. É bem claro que essas qualificações se referem a homens. Além disso, em I Timóteo 3:1-13 e Tito 1:6-9, apenas pronomes masculinos são usados para se referir a anciãos/bispos/diáconos.

A estrutura de 1Timóteo 2:11-14 torna o raciocínio claro:

O versículo 13 inicia com “porque” e dá o “motivo” do que Paulo afirmou nos versículos 11 e 12, do porquê das mulheres não deverem ensinar ou ter autoridade sobre os homens; Porque “primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” Este é o motivo. Deus criou Adão primeiro, e depois criou Eva para ser uma “auxiliadora” de Adão. Esta ordem da Criação tem aplicação universal na família (Efésios 5:22-33) e na igreja.

No entanto as mulheres são excelentes em dons de hospitalidade, misericórdia e ajuda. Muito do ministério da igreja depende das mulheres. As mulheres na igreja não são restringidas do ministério de orar em público ou profetizar (1Coríntios 11:5), apenas são restringidas de exercerem autoridade e ensino espiritual sobre os homens.

A Bíblia em nenhum lugar faz restrições quanto a mulheres de exercerem os dons do Espírito Santo (1Coríntios 12). As mulheres, assim como os homens, são chamadas a ministrar aos outros, a demonstrar o fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23) e a proclamar o Evangelho aos perdidos (Mateus 28:18-20; Atos 1:8; I Pedro 3:15).

Deus ordenou que somente homens serviam em posições de autoridade de ensino espiritual na igreja. Isto não é porque os homens sejam necessariamente melhores professores ou porque as mulheres sejam inferiores ou menos inteligentes. É simplesmente a forma que Deus designou para o funcionamento da igreja.

Os homens devem dar o exemplo na liderança espiritual nas suas vidas e através das suas palavras. As mulheres devem ter um papel de menos autoridade.

As mulheres são encorajadas a ensinar a outras mulheres (Tito 2:3-5). A Bíblia também não restringe as mulheres de ensinarem crianças. A única atividade que as mulheres são impedidas de fazer é ensinar ou ter autoridade espiritual sobre homens. Isto logicamente inclui mulheres a servir como pastoras e pregadoras.

Isto não faz, de modo algum, com que as mulheres sejam menos importantes, dá-lhes é um foco ministerial mais de acordo com o dom que lhes foi dado por Deus.

 O apóstolo Paulo evidencia uma grande consideração pelas mulheres e, em muitas das suas cartas, ele mencionou mulheres específicas pelo seu nome (Romanos 16:6, 12, Colossenses 4:15, Filipenses 4:2-3 e Filemon 1:2). Paulo dirige-se a essas mulheres como "cooperadoras", e elas claramente serviam ao Senhor em benefício de toda a igreja (Filipenses 4:3 e Colossenses 4:15).

Na igreja primitiva foram criadas algumas posições para atender às necessidades do corpo. Embora muitas igrejas da atualidade misturem as posições de ancião e diácono, elas não eram nem são a mesma coisa. Os diáconos foram nomeados para servir numa perspetiva e capacidade física conforme surgiam as necessidades (Atos 6:2-3), e não há nenhuma indicação contra as mulheres que servam desta forma, de fato, Romanos 16:1 pode indicar que a tal mulher chamada Febe era uma respeitada diaconisa na igreja em Roma.

 Assim o meu concelho é:

Neste assunto, tal como em todos os outros assuntos, muitos são os pontos de vista, de muitos crentes e não só.

Mas, o SENHOR nosso DEUS, é quem está num ponto que tem a vista toda. Assim atentemos para o ensino das Escrituras e procuremos fazer a vontade de DEUS nelas expressa.



domingo, 7 de junho de 2020

A Visibilidade do Deus Invisível



A Visibilidade de Deus Invisível [Colossenses 1:3-20]
(Transcrição da mensagem)

Esta passagem atenta para o que se passava no íntimo da Igreja em Colossos, mas também na igreja dos dias de hoje

O SENHOR atenta para as perguntas e para as dificuldades do Seu povo.
E quer dar-nos resposta
Quer ajudar-nos a superar as dificuldades e duvidas da nossa vida de fé.

Os colossenses viveram numa época e num contexto, em que tal como nos dias de hoje, podiam conhecer-se inúmeros pensamentos sobre aspetos do mundo e ideias filosóficas e religiosas que iam alem dos ensinamentos evangélicos e que muitas vezes podem dar uma imagem errada de Deus

No v15, nós lemos que Ele (Jesus) é a imagem de Deus, do Deus invisível! (parece um paradoxo: imagem / invisível)
2Co 4:4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.

A invisibilidade de Deus provoca a busca religiosa.

Eu diria que por causa da invisibilidade de Deus, a humanidade duvida de Deus e mesmo nega a Deus.

Por causa da invisibilidade de Deus, as religiões do mundo têm incontáveis “imagens” de Deus,
Pintadas, talhadas, fundidas e esculpidas, compostas com ideias e conceitos, umas vezes rudes, outras vezes nobres.

Nenhuma, porém, satisfez o ser humano que busca e questiona.

 “Mostra-nos o Pai, e isso nos basta!” (Lemos lá em João 14.8)
Esse é o clamor do coração humano. – Ver a Deus

Deus, porém, não deixou essa busca, esse clamor sem resposta.

Há uma imagem que Lhe corresponde completamente
O “Filho do seu amor”.

Deus presenteou-nos com essa imagem em forma humana na pessoa de Jesus.

“Quem me vê a mim, vê o Pai; como dizes, então: mostra-nos o Pai?” (João 14.9).
OH! Quão grande é Jesus.

Porventura temos nós noção do que isto significa?
Pois agora conhecemos verdadeiramente Deus, e vislumbramos o seu coração!

Aqueles que por Jesus vislumbram, conhecem o coração de Deus, sabem muito mais sobre Deus do que os grandes pensadores sem Jesus com as suas mais profundas obras filosóficas!

A mensagem bíblica mostra e explicita ao ser humano a realidade e a verdade de Deus
Revela-nos a verdadeira natureza de Jesus, imagem de Deus Criador,
Jesus participante na criação – O próprio Jesus é Criador!
        
 No v16 lemos que “Tudo foi criado n’Ele, por Ele e para Ele.”

Será que de fato estamos cientes da grandeza de tudo isto?

Quando contemplamos o universo, a imensidão de astros, estelas e planetas, e toda a natureza

Lembremos que é por meio de Jesus e para Jesus que essas imensas esferas ardentes seguem a sua trajetória.

Mas que também a pequena flor silvestre que ninguém vê nem considera
Que é por meio de Jesus e para Jesus que ela floresce.

Tão grande é Jesus!
Será que quando citamos o nome de Jesus na oração temos em mente que falamos com aquele no qual “foi criado tudo nos céus e sobre a terra?
As coisas visíveis e as invisíveis”?

 Porventura não se torna mais familiar e aconchegante para nós a vida,
Por sabemos que habitamos, vivemos na propriedade que desde a criação pertence ao nosso glorioso Redentor?

No v20 e 21, vemos que a grandeza de Jesus também prevalece relativamente à reconciliação da humanidade com o Divino.
Cl 1:20 E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus.
Cl 1:21 A vós também, que noutro tempo éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou


Jesus é a imagem de Deus

E agora eu diria que por causa da visibilidade de Jesus, a humanidade não pode duvidar, nem negar a Deus.

Assim aos filhos de Deus convém seguir com os olhos sempre postos em nosso Senhor Jesus Cristo, autor e consumados da nossa Fé.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Por isso celebramos o Natal



Presentes, luzes, festa, família, boa comida, etc. …

Com todas estas coisas celebramos mais um Natal, mas estas coisas não são o verdadeiro motivo da celebração do Natal.

O Natal foi criado para celebrar e lembrar o nascimento do nosso Senhor Jesus Cristo, que veio ao mundo como homem para nos salvar e mostrar-nos o caminho para Deus. É por causa de Jesus que temos motivo para celebrar.

O nosso Deus não é um Deus distante, que fica afastado de nós, sem se interessar com a nossa situação. Ele não é um Deus mau, que fica de olho em nós só para nos castigar.

Deus é bom. E está por perto.

Já desde a criação do mundo que Deus se mostrou presente. Ao longo de toda a História, Ele revelou-se à humanidade de várias formas: no monte Sinai, no tabernáculo, em milagres, profecias e na natureza. - Deus nunca nos abandonou.

E a sua maior revelação ainda estava por vir – JESUS!

Jesus é Deus feito homem - Deus connosco (Emanuel).

Deus veio à terra em forma de homem, tornou-se homem.

Jesus nasceu, cresceu, aprendeu uma profissão e viveu como qualquer um de nós, passando por alegrias, tristezas e tentações.

Em Jesus vemos Deus identificar-se connosco. Jesus entende as nossas dificuldades e necessidades porque Ele também passou pelas mesmas.

Deus sujeitou-se às regras que Ele mesmo tinha criado para nós.

Jesus mostrou-nos o caráter de Deus. Ele ensinava com amor, cuidava dos necessitados, curava os doentes e perdoava pecados.

Jesus revelou toda a bondade e sabedoria de Deus, de uma forma que nós podemos entender.

Na sua humanidade, Jesus manifestou a glória de Deus.

Por isso celebramos o Natal!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

A árvore de Natal



Devem ou podem os cristãos ter uma árvore de Natal?
A árvore de Natal tem origem em antigos rituais pagãos?
A árvore de Natal não tem origem em qualquer forma ou acto de paganismo. Não há nenhuma evidência de qualquer prática religiosa pagã que contemple uma árvore especial.
O relato de celebração mais comparável, será o dos romanos a celebrarem o solstício de inverno com uma celebração chamada Saturnalia em honra de Saturnus, o deus da agricultura. Eles trocavam presentes entre si e decoravam as suas casas com plantas verdes e luzes.
No final da Idade Média, alemães e escandinavos colocavam árvores de folha precistente dentro das suas casas, ou perto das suas portas do lado de fora para mostrarem a sua esperança na próxima Primavera.
As primeiras árvores de Natal foram decoradas por cristãos protestantes na Alemanha do século XVI, e a nossa árvore de Natal actual desenvolveu-se a partir dessas primeiras tradições alemãs e escandinavas, e o costume a outros países.
Na Bíblia não encontramos nenhuma menção referente às árvores de Natal, nem contar nem a favor.
Tem sido pretensamente reclamado por alguns puristas, que a passagem Bíblica de Jeremias 10:1-16, proíbe o corte e decoração de árvores da forma como alguns o fazem no Natal. No entanto, até mesmo numa leitura superficial do texto deixa claro que a passagem trata de proibir ídolos feitos de madeira revestidos ou decorados com prata e ouro para serem adorados.
Semelhante acontece com Isaías 44, onde Isaías fala da tolice dos adoradores de ídolos que cortam uma árvore, queimam parte dela para se aquecerem e usam a outra parte para criar um ídolo para adorar.
Assim, a menos que nos curvemos diante da nossa árvore de Natal e a usemos um ídolo e a adoremos, estas passagens não podem ser aplicadas à árvores de Natal.

Não conheço ensino Bíblico, ou significado espiritual para ter ou não ter uma árvore de Natal. Mas quem sou eu?
De qualquer forma, qualquer que seja a escolha, por trás da decisão de um crente sobre esta, ou outras as questões de consciência, o propósito deverá ser sempre o de agradar ao SENHOR. Romanos 14:5-6 fala-nos acerca de um princípio de liberdade com esta responsabilidade.
Há quem considere um dia mais sagrado do que outro, há quem considere iguais todos os dias. Cada um deve estar plenamente seguro da sua convicção. Aquele que considera um dia especial, para o SENHOR o faz.
Não agrada ao SENHOR que os cristãos se desentendam entre si por celebrarem o Natal com ou sem árvore.
Quando achamos que de alguma forma alcançamos um plano de espiritualidade mais elevado por fazermos ou não fazermos algo sobre o qual a Bíblia é omissa, usamos de forma errada a nossa liberdade em Cristo, criamos divisões dentro do corpo e, assim, desonramos ao SENHOR.
“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” (1 Coríntios 10:31).